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    Investindo continuamente em pesquisas próprias sobre o mercado de trabalho, a CASE Consultores atualiza não só seu networking, mas também o seu banco de informações. O Blog da CASE Consultores é uma ferramenta dinâmica, um noticiário sobre o mundo de RH que é constantemente atualizado, assim como quem o lê.

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Impactos da idade na carreira

quinta-feira, 13 de agosto, 2009 por Norberto Chadad

Recebi dia destes o convite para participar de concurso voltado para a terceira idade promovido por uma grande empresa multinacional, e este fato me motivou a buscar no último censo publicado pelo IBGE uma visão crítica do que anda ocorrendo na pirâmide de distribuição etária no Brasil. A visão clássica ensinada nos bancos escolares mostra que o Brasil é um país  de estrutura demográfica tipicamente dominada por jovens, com a pirâmide populacional certinha de base larga e ponta estreita. Mas esta é uma visão romântica da realidade, que nos mostra hoje o meio da pirâmide também alargado, correspondente ao aumento da população na faixa que vai dos quinze aos trinta anos de idade. Não é difícil perceber que vivemos na verdade uma transição dramática em um mercado de trabalho que dia após dia pratica a renovação da mão-de-obra através de trocas: a troca de idade (sai o mais velho, entra o mais novo) e as trocas salariais (sai o mais caro, entra o mais barato).
Viveremos daqui a vinte anos uma revolução no mercado de trabalho e poucos dentre os profissionais que hoje tem entre 20 e 35 anos, e portanto ocupam as posições de supervisão e gerência, se dão conta de que daqui a vinte anos terão entre 40 e 55 anos, e estarão vivenciando o drama dos gerentes ou diretores que perdem o emprego ou são obrigados a trocar de profissão, em virtude da idade. É fato amplamente conhecido que a idade é um dos fatores críticos na empregabilidade de profissionais e executivos. Em uma pesquisa que publicamos recentemente, os respondentes empregados (idade mediana de 40,0 anos) eram  no geral sensivelmente mais novos do que os desempregados (idade mediana de 48,8 anos).Parece haver portanto uma idade-limite, onde aquele mundo correto e estruturado do profissional ou executivo sofre um abalo de descontinuidade, e este limite, de acordo com nossas pesquisas, ocorre em algum momento da carreira após nosso profissional ou executivo completar os 45 anos de idade. Quero enfatizar um resultado de nossa pesquisa, onde constatamos que 13,22% dos respondentes declarou possuir idade acima dos 50 anos. Dentre os empregados, apenas 4,41% estavam nesta faixa de idade, versus 52,89% dos desempregados. Note o leitor que este é um dado real e palpável que mostra claramente a existência do preconceito em relação a idade existente no mercado de trabalho. A boa notícia que tenho para oferecer é que existem algumas maneiras de se driblar este preconceito.A Transição de Carreira, feita no momento adequado, oferece resposta concreta à dúvida sobre que rumo tomar após a perda do emprego com idade já avançada. Constatamos em nossa pesquisa que apenas 8,4% das pessoas pretende pendurar de vez as chuteiras e curtir a aposentadoria. A maioria prefere continuar lutando por um lugar ao Sol, e 32,5% dos respondentes escolheu que preferia montar um negócio próprio diferente do que fazia antes  ou então que pretendia virar consultor independente (opção de 27,98% dos respondentes).Minha recomendação pessoal a você, executivo com mais de 45 anos, ou mesmo você, jovem executivo de 30 anos, é que cuide de sua empregabilidade enquanto houver disposição e energia para praticar o networking, investindo na própria qualificação profissional, e cuidando de manter um bom histórico de realizações profissionais, mas também planejando e tendo em mente que o futuro chegará algum dia! O tempo não para, e à medida que a idade avança fica mais e mais difícil manter o emprego. Não deixe passar o tempo!

Norberto Chadad
Diretor Geral

Norberto Chadad é Diretor Geral da CATHO CONSULTORIA EM RH. Engenheiro que  se transformou em administrador,  Norberto se intitula um facilitador de gente.

A Portabilidade e a Gestão por Competências

quarta-feira, 8 de julho, 2009 por Norberto Chadad

Muito em voga atualmente, a portabilidade é o conceito segundo o qual uma determinada característica mantém-se inalterada independentemente de mudanças conjunturais que possam vir a ocorrer. Usado inicialmente em telefonia para indicar que o número de telefone pode acompanhar o contratante do serviço mesmo se este mudar de endereço ou de operadora , mais recentemente adotou-se o conceito em saúde, para indicar que os serviços contratados  poderiam continuar os mesmos sem qualquer tipo de carência caso o contratante mudasse de plano seja por qual motivo for. Mas, muito antes do conceito de portabilidade vir a fazer parte do dia-a-dia das pessoas, a área de RH já lidava com essas características imutáveis ao longo do tempo e das circunstâncias. O leitor atento já percebeu onde estou querendo chegar. Estamos falando é claro, do conceito de competência.

A competência é a portabilidade aplicada ao RH. Competência é aquele conjunto de conhecimentos, habilidades e atitudes que todo profissional desenvolve e que o  acompanha ao longo da trajetória, seja qual for a atividade ou a empresa em que esteja. À medida em que ele vai trilhando o caminho, descobre novas atividades ou novas empresas (ou é escolhido por estas), de modo que, face a um novo desafio, ele, como profissional, vai lançar mão das coisas que conhece e que aprendeu ou então vai aprender coisas novas. Ele vai usar as competências de que dispõe.

Conheço pessoas que abandonaram carreiras executivas relativamente bem-sucedidas e se lançaram em empreendimentos de futuro incerto. Quebraram em poucos meses. Igualmente conheço gente que saiu de empresas reconhecidamente sólidas e empreenderam bem-sucedidos casos de negócio próprio. O que estes dois exemplos extremos teem em comum ? Bem, de certa forma, ambos alcançaram momentos profissionais que exigiam alguma mudança. Ambos tiveram a atitude de tentar um novo modelo. Mas a um faltou algo. Podemos dizer que faltou competência.

Também conheço gente que se aposentou numa empresa após ter trabalhado na mesma função por mais de vinte anos consecutivos. Outro já consegue promoções e mudanças de cargos dentro da empresa, e em dez anos já fez de tudo um pouco. Acho que este segundo adquiriu muito mais competência do que aquele que estagnou. Competência é encarar o risco, o desafio. Você não vai desenvolver novas habilidades se fizer sempre a mesma coisa, ano após ano.

Há quem defenda que a gestão por competências insere-se em um contexto de cultura organizacional sugerindo, segundo este contexto, que o meio é quem faz o profissional. Eu afirmo , com segurança,  que a competência é de iniciativa e responsabilidade do indivíduo.  Cada um de nós vai moldar o próprio comportamento em função das situações profissionais que defrontarmos.

Norberto Chadad
Diretor Geral

Norberto Chadad é Diretor Geral da CATHO CONSULTORIA EM RH. Engenheiro que  se transformou em administrador,  Norberto se intitula um facilitador de gente.

Progamas de Desenvolvimento de Liderança

quarta-feira, 24 de junho, 2009 por Berta Froiman Carmona

Ao longo desses 25 anos de carreira tenho assessorado empresas de diferentes segmentos, portes e  nacionalidades e observei, mesmo com  todas essas diferenças  em quase todos os ”Jobs”, a necessidade de identificar dentro ou fora de suas empresas os “lideres”,  situação percebida para todas as áreas, seja estratégica ou de operação.

Liderança é uma competência que necessita ser estimulada, pois não é possível buscar nos livros, mas sim nas oportunidades que se apresentam aos profissionais no desempenho de suas atividades diárias . Sendo uma preocupação do mundo empresarial, algumas empresas tem buscado alternativas como implantar Programas de Desenvolvimento de Lideranças, onde se torna comum convidar Executivos com carreiras bem sucedidas para relatarem e  discutirem os  Cases vivenciados, permitindo aos participantes estarem em contato com fatos reais, a fim de que essas experiências sirvam de exemplo, oferecendo alternativas , “ insights “  para futuras ações.

Como sugestão,  as empresas poderão incluir nesses programas  o seu próprio recurso humano. Por que não dar oportunidade aos que estão em fase de aposentaria  ou para os que já  estão aposentados? Estes certamente poderão  contribuir muito para o desenvolvimento dos potenciais da empresa, mas para isso deverão ser reinseridos no contexto, vindo a ser mais um multiplicador, como: relatando suas experiências de sucesso e insucesso, apresentar soluções práticas e  adequadas, tomada de ações no momento da ocorrência do fato, verificar se as soluções encontradas seriam ou não as mais apropriadas para o momento atual. Desta forma, além de valorizar as competências que no passado foram expressivas para a companhia, seria possível obter informações que se encontram registradas no arquivo “pessoal”, já que é impossível transportar para o papel, oportunidade de proporcionar aos espectadores a brilhante ferramenta que é a Gestão do Conhecimento.

Berta Froiman Carmona
Vice-Presidente Divisão Case Consultores
bfroiman@caseconsultores.com.br
(11) 3177.3673

Novos tipos de gerentes são procurados no mercado…

segunda-feira, 15 de junho, 2009 por Silvana Case

O estilo de gerenciamento “cowboy” parece ter desaparecido para sempre. Agora a demanda é por novos tipos de gerentes que seguem princípios éticos e que gerenciam consciente dos riscos. 

Esses são os resultados mais significativos de uma pesquisa relâmpago feita pela IESF (International Executive Search Federation) com os diretores dos de seus 120 escritórios globais.

Os resultados da pesquisa, entretanto, não surpreendem, pois contem respostas significativamente influenciadas pela atual inquietação voltada àqueles que criaram a presente atmosfera de crise. Em especial na indústria financeira, mas não exclusivamente ali, gerentes pagaram a si salários excessivos por anos seguidos… Em retorno, deixaram uma enorme confusão como rastro.

A mesma pesquisa feita um ano atrás provavelmente não produziria um resultado da mesma clareza. O efeito de choque da crise e da recessão obviamente abriram os olhos de muitos líderes.

Precisamente, ao mesmo tempo em que ocorreu a crise econômica e a forçada medida defensiva tomada pelos governos e bancos, os princípios de gerenciamento praticados anteriormente foram rapidamente abandonados. Portanto o mais surpreendente é que em todos os continentes, independentes do ponto de vista geográfico e circunstâncias culturais, declarações quase idênticas estão sendo feitas a respeito do novo tipo de gerente requisitado.

Bem verdade que o mundo de negócios ainda dança ao mesmo ritmo Americano de sempre. Mas agora, o gerente que visa um lucro rápido e que indica um modo de pensar em prazos muito curtos parece definitivamente pertencer ao passado. Até recentemente, um CEO mantinha-se em seu trabalho por menos de quatro anos em média. Todos estão procurando agora gerentes que tenham uma boa reputação, eticamente apropriados, e conscientes dos riscos de suas ações. Uma verdadeira mudança do paradigma gerencial parece estar ocorrendo. O resultado será que CEOs permanecerão em seus trabalhos por mais tempo e implementarão estratégias planejadas.

Uma parte da pesquisa se relacionava ao sistema salarial que permanece até hoje. Em geral, a pesquisa deprecia sistemas de incentivos incorretos. Gerentes futuros deverão ser pagos do mesmo modo que empresários, que imediatamente ganham menos quando as condições de negócios estão piores. Esse princípio é simples, porém na opinião de muitos, sua implementação será muito difícil sem a introdução mundial de novos princípios de gerenciamento, assim como sistemas similares de pagamento para esses descritos acima. Uma combinação desses dois mecanismos seria absolutamente essencial. Existe uma grande disposição no mercado para trazer mudanças aos sistemas. Pode ter certeza que a IESF dará a sua contribuição e incluirá o resultado da pesquisa em seus diálogos com seus clientes ao redor do mundo. 

Com 120 escritórios globais, IESF (International Executive Search Federation) é atualmente a maior Organização de Identificação e Seleção de Executivos no mundo.

Participaram desta pesquisa, ocorrida no final de 2008, mais de 40 países de todos os continentes do mundo. 

A Catho Consultoria em Recursos Humanos, através de sua divisão de Executive Search, a Case Consultores, conta com seu Escritório principal em São Paulo, além de escritórios nas principais cidades Brasileiras, é a parceira exclusiva da IESF no Brasil.

Informações adicionais ou comentários:

Silvana Case 
Vice-Presidente Executivo - CATHO Consultoria em RH 
Diretora Geral para Brasil - IESF
Tel.: + 55 11 3177 3600
scase@catho.com.br 

Catho Consultoria em RH patrocina RH’s Mais Admirados do Brasil

terça-feira, 26 de maio, 2009 por CASE Consultores

rhs-mais-admiradosA Gestão & RH Editora promove, nos meses de março e abril de 2009, uma pesquisa nacional para identificar os profissionais de Recursos Humanos mais admirados do Brasil.

A pesquisa consiste de duas fases. Na primeira, os profissionais votantes escolherão 50 nomes numa lista de profissionais de RH que exercem suas atividades nas 1000 Melhores e Maiores, empresas por faturamento (critério Exame) e das 150 Melhores Empresas para se Trabalhar (critério Exame, Você S/A e Época). Na segunda, somente os profissionais de RH que atuam nas 1000 Melhores Empresas do Brasil escolherão os dez profissionais de RH mais admirados e reconhecidos pelos próprios colegas, entre os 50 mais votados da primeira etapa.

Os 50 maiores e admirados mais votados serão convidados para uma festa de reconhecimento público e certificação da pesquisa. Desses, dez serão homenageados com uma estatueta, criada especialmente para a ocasião pela artista plástica Pita Hirs. Haverá ainda o título especial ao RH do Ano, ou seja, o profissional mais votado nas duas etapas da pesquisa.

Através do seu CEO, Norberto Chadad, a Catho Consultoria em RH participará do evento como patrocinador e também como votante na pesquisa.

Novidade

Em 2009, além dos 50 profissionais mais votados no Brasil, haverá a lista dos “10 mais” de 12 estados: São Paulo, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, Espírito Santo, Minas Gerais, Bahia, Pernambuco, Ceará, Goiás e Pará (estes têm maior participação no PIB, segundo o IBGE).

Os nomes mais votados serão conhecidos e divulgados durante o evento de entrega de certificados das pesquisas “50 RHs mais Admirados do Brasil” e “10 mais Regionalmente” e “RHs do Ano”.

Mulheres são chefes melhores, afirma pesquisa

terça-feira, 5 de maio, 2009 por CASE Consultores

A nova pesquisa da Catho Consultoria em RH, “A Mulher e o Mercado de Trabalho”, enviada para mais de 100 mil executivos em todo o Estado de São Paulo, identificou as diferenças do estilo de liderança entre homens e mulheres.

O grande desafio dos RHs corporativos chama-se liderança. Criar um líder talvez seja um dos trabalhos mais hercúleos existentes, pois além da identificação do líder, a empresa precisa prover os alicerces que possibilitarão ao líder manter-se na liderança. Torna-se portanto necessário identificar quais as características de um bom líder.

pesquisa-mulheres Valorização, trabalho em equipe, coaching e feedback são características inerentes ao líder moderno. “Acabou a era da tirania.”, afirma Norberto Chadad, Diretor Geral da Catho Consultoria em RH. “O líder precisa ser, antes de tudo, um facilitador.”, conclui Norberto. No atual cenário corporativo, as mulheres vem ocupando cargos de liderança em maior número. A Catho Consultoria em RH buscou então identificar, em sua nova pesquisa, quais características seriam marcantes do estilo de liderança puramente feminino. “Pouca coisa mudou.”, analisa Norberto. “Mas se esperava de certa forma que as líderes mulheres fossem menos valorizadas do que os homens.”, afirma.

A nova pesquisa da Catho Consultoria em RH, “A Mulher e o Mercado de Trabalho”, enviada para mais de 100 mil executivos em todo o Estado de São Paulo, identificou as diferenças do estilo de liderança entre homens e mulheres. Para 84,94% dos respondentes, as mulheres valorizam mais os subrodinados, praticam mais o coaching e o feedback, valorizam mais as idéias e o trabalho em equipe. E não se trata de corporativismo na resposta: pelo contrário, 89,43% dos homens concorda com esta conclusão, versus 80,15% das mulheres.

“Antigamente, os executivos do alto escalão tinham um certo receio quando seu chefe imediato era uma mulher.”, relembra Norberto. “Parecia que um chefe para ser bom precisava ser homem. Isso mudou.”, comemora. Essa mudança cultural veio em um momento onde as mulheres estão ocupando posições de liderança em maior número. “A pesquisa mostra que as mulheres estão bem preparadas para tornarem-se líderes de suas empresas.”, afirma Norberto. Se você atualmente tem chefe mulher, aproveite as vantagens desta liderança. Busque feedback, mostre idéias e valorize-se na equipe. Sua chefe irá certamente valorizar você.

Confira a pesquisa na íntegra. Download do arquivo em formato PDF (1,7MB)

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